Alunos do 3º ano do Colégio Militar do Cariri (Foto: Agencia Miséria)
Passado um mês desde que foram iniciadas as aulas do Colégio Militar do Cariri, Alunos, professores e direção fazem uma avaliação sobre o andamento do novo projeto na educação da Região do Cariri. A instituição apresenta uma nova metodologia que envolvem disciplinas acadêmicas e militares.
Os professores contam que a metodologia garante uma melhor disciplina e que isso promove uma facilidade na assimilação dos conteúdos. No entanto, o período de adaptação no decorrer dos primeiros meses pode provocar resultados ainda aquém do esperado. A professora de Língua Portuguesa, Astenia Oliveira, conta que os alunos ainda tem que melhorar a concentração, mas que a expectativa é que o crescimento seja algo que deve ocorrer com a continuidade do ano letivo. O que também é a opinião da professora de matemática Josefa Maria da Silva (Tia Jô).
Para os alunos a metodologia tem sido uma boa aliada no aprendizado e na postura como seres humanos. O estudante do 3º anos do Colégio Militar, José Eliel Gomes, que é remanescente do CERE (Cirão), destaca que para se concentrar nas aulas é mais fácil. “Com essa metodologia que é implantada aqui, os professores tem condições de aplicar melhor as aulas e nos como alunos podemos compreender melhor o que é repassado para nós.”, disse o aluno.
A aluna do 1º ano, Gloria Elém, veio de outra escola e destaca que mesmo o colégio anterior tendo um bom nível de disciplina as conversas paralelas sempre ocorriam, o que agora é diferente. Outro ponto que Glória aborda é a questão da disciplina em casa que acaba ocorrendo por consequência de tudo que se ensina dentro da escola. “Não é possível que aqui sejamos de um jeito e em Casa de outro. Quando eu chego em casa eu já deixo a farda e, um lugar adequado, tenho horários e local adequado pra estudar e eu compreendi isso aqui depois de uma reunião com Albanita.”, revela.
A diretora do Colégio Militar, Tenente Coronel Albanita revela que o trabalho é árduo. Alguns alunos não se adaptaram a metodologia implantada pela escola e acabaram desistindo de permanecer na instituição. Ela contou que quando os pais de alunos justificam a saída dos seus filhos por eles não se adaptarem com a disciplina. Mas destaca que não é verdade algumas falas como imposições absurdas. “Nós tratamos adolescentes como adolescentes. Nos casos em que os alunos não quiseram permanecer, eles não quiseram abrir mão de usar um boné ou um piercing.”, conta Albanita.
O colégio Militar foi implantado em Juazeiro do Norte através de um decreto 31.869 do Governo d Estado de 30 de dezembro 2015. A aula inaugural ocorreu em dois de fevereiro de 2016.
Os professores contam que a metodologia garante uma melhor disciplina e que isso promove uma facilidade na assimilação dos conteúdos. No entanto, o período de adaptação no decorrer dos primeiros meses pode provocar resultados ainda aquém do esperado. A professora de Língua Portuguesa, Astenia Oliveira, conta que os alunos ainda tem que melhorar a concentração, mas que a expectativa é que o crescimento seja algo que deve ocorrer com a continuidade do ano letivo. O que também é a opinião da professora de matemática Josefa Maria da Silva (Tia Jô).
Para os alunos a metodologia tem sido uma boa aliada no aprendizado e na postura como seres humanos. O estudante do 3º anos do Colégio Militar, José Eliel Gomes, que é remanescente do CERE (Cirão), destaca que para se concentrar nas aulas é mais fácil. “Com essa metodologia que é implantada aqui, os professores tem condições de aplicar melhor as aulas e nos como alunos podemos compreender melhor o que é repassado para nós.”, disse o aluno.
A aluna do 1º ano, Gloria Elém, veio de outra escola e destaca que mesmo o colégio anterior tendo um bom nível de disciplina as conversas paralelas sempre ocorriam, o que agora é diferente. Outro ponto que Glória aborda é a questão da disciplina em casa que acaba ocorrendo por consequência de tudo que se ensina dentro da escola. “Não é possível que aqui sejamos de um jeito e em Casa de outro. Quando eu chego em casa eu já deixo a farda e, um lugar adequado, tenho horários e local adequado pra estudar e eu compreendi isso aqui depois de uma reunião com Albanita.”, revela.
A diretora do Colégio Militar, Tenente Coronel Albanita revela que o trabalho é árduo. Alguns alunos não se adaptaram a metodologia implantada pela escola e acabaram desistindo de permanecer na instituição. Ela contou que quando os pais de alunos justificam a saída dos seus filhos por eles não se adaptarem com a disciplina. Mas destaca que não é verdade algumas falas como imposições absurdas. “Nós tratamos adolescentes como adolescentes. Nos casos em que os alunos não quiseram permanecer, eles não quiseram abrir mão de usar um boné ou um piercing.”, conta Albanita.
O colégio Militar foi implantado em Juazeiro do Norte através de um decreto 31.869 do Governo d Estado de 30 de dezembro 2015. A aula inaugural ocorreu em dois de fevereiro de 2016.
Nenhum comentário:
Postar um comentário